sexta-feira, 19 de abril de 2013

Será essa a medida correta a ser tomada, diante do aumento da criminalidade?

AL apoia redução da maioridade

Requerimento de Ely Aguiar que defende maioridade de 16 anos recebeu 19 votos favoráveis e 9 contra
Durante votação do requerimento que apoia a redução da maioridade penal, manifestantes protestaram contra os deputados que votaram a favor FOTO: VIVIANE PINHEIRO
A redução da maioridade penal foi o principal assunto debatido pelos deputados cearenses da Assembleia Legislativa na manhã de ontem. Por quase duas horas os deputados discutiram os requerimentos de Ely Aguiar (PSDC), um sugerindo que houvesse um amplo debate para discutir o assunto e outro dando ciência acerca do posicionamento da Casa. Apesar de o parlamento do Ceará ter se posicionado favorável à redução, com 19 votos favoráveis, nove parlamentares se mostraram contrários à proposta apresentada.

De acordo com Ely Aguiar, a "avalanche de crimes" no País tornou-se insuportável e a maioria dessas ocorrências vem sendo praticada por jovens de 16 e 17 anos de idade. Ao lado do Peru e da Colômbia, o Brasil é o único País do mundo que mantém a maioridade penal a partir dos 18 anos. "Nos Estados Unidos, um garoto de 12 anos foi apenado por ter matado o pai. Não estamos aqui buscando apenar o adolescente, mas dizendo que não pode. A Lei não existe para punir ninguém, mas é uma determinação que diz que não pode fazer isso", apontou o parlamentar em defesa do tema.

Ele lembrou que o vice-presidente Michel Temer (PMDB) afirmou que a redução da maioridade não deve diminuir o aumento da violência, mas afirmou que a Lei Maria da Penha, por exemplo, reduziu os casos de violência contra as mulheres. Ele apresentou dados do Datafolha, que fez pesquisa recente apontando que 93% dos paulistanos defendem a maioridade penal de 16 anos. "É inaceitável que uma jovem seja estuprada e assassinada por adolescentes. Os adultos serão apenados, mas os adolescentes ficam na mais pura impunidade e nós não aceitamos mais isso", disparou.

Ely Aguiar ressaltou ainda que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), quer que a punição desses jovens passe de três para oito anos de reclusão. "Nós queremos que estes adolescentes sejam punidos. Na semana passada, a Polícia prendeu um jovem de 17 anos e cinco meses que já tinha matado 14 pessoas, rindo, como se nada tivesse acontecido", criticou.

Infrator

A proposta do governador de São Paulo prevê que o infrator que completar 18 anos deverá ficar em regime especial nas fundações de ressocialização em vez de permanecer com os menores de 17 anos. A transferência para a penitenciária só ocorrerá a partir dos 21 anos. Também é prevista uma pena mais severa para adultos que utilizarem os menores nos crimes.

O deputado Ferreira Aragão (PDT) afirmou que fez um levantamento e, segundo ele, de 1980 para cá, a idade dos presos vem diminuindo. O parlamentar, que é apresentador de um programa policial, disse que está acompanhando diversos casos de violência e, portanto, sabe como as famílias dessas pessoas se sentem. "O que está acontecendo é que muitos traficantes em Fortaleza treinam as crianças para curso de tiro privado. Eles treinam as crianças a matar. Dão a arma, dão o revólver de depois dão a lista de execução", declarou o pedetista.

Nas galerias da Casa, no entanto, alguns manifestantes criticavam as falas dos parlamentares e se posicionaram contrários à proposta de apoio à redução da maioridade, apresentada pelo deputado Ely Aguiar. Em determinado momento, chegaram a gritar "bancada da bala não me representa", em alusão àqueles deputados ligados às discussões sobre segurança pública na Assembleia Legislativa.

A deputada Bethrose (PRP), por sua vez, disse que se comove com a situação dos familiares que perdem seus filhos para o crime, mas afirmou que muitos pais também procuram ajuda do Estado e não encontram. De acordo com ela, os deputados estariam se "acovardando" e  se "acomodando" quando defendem a redução da maioridade penal. "O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) só é visto quando o adolescente é delinquente. Mas os direitos das crianças e adolescentes não são cumpridos. Eu sou a favor da discussão. Estou colocando minha cara a bofete, mas defendo minha posição", disparou.

Vítimas

Já a deputada Patrícia Saboya (PDT), ligada aos movimentos em defesa dos direitos das crianças e adolescentes, diz acreditar que esta não seja a solução para a diminuição da criminalidade crescente no País, afirmando ainda que os jovens são vítimas e não réus, neste caso. "No Brasil, de cada 100 homicídios que são cometidos, apenas oito são punidos, mas ainda querem colocar mais jovens na cadeia, porque é mais fácil jogar a poeira para debaixo do tapete", afirmou a deputada estadual.

Segundo Saboya, é necessário que, em primeiro lugar, seja cumprida a legislação, fazendo com que todas as penalidades sejam efetivadas, o Estatuto da Criança e Adolescente seja cumprido e o governo exerça as tarefas que lhe cabem.  Ainda de acordo com ela, a reincidência no sistema de internação dos adolescentes é de aproximadamente 30%. No sistema prisional comum é de 60%.

"Nossos jovens preferem ir para o crime muitas vezes porque são empurrados. Quando procura  uma escola boa e de qualidade, não encontra. Eu lamento muito de ouvir nessa Casa discursos que são absurdos de deputados que não respeitam nossas proposituras, chamando elas de "imbecilóides", como fez o deputado Fernando Hugo", criticou.

O deputado Antonio Carlos (PT) também posicionou-se a favor dos argumentos levantados por Patrícia Saboya. "Infelizmente, as condições dos jovens não são boas e essa redução não vai melhorar. A ordem do problema está sendo invertida. Os jovens são as vítimas. Obviamente que somos representantes do povo, mas não podemos trazer o debate por alguns casos que são exceções à regra", reclamou o petista, acrescentando ser contra a proposta de Geraldo Alckmin.

O vice-líder do Governo na Assembleia Legislativa, Augustinho Moreira (PV), criticou as ações dos jovens infratores e lembrou que eles praticam esses crimes porque confiam na impunidade da Lei. O parlamentar ainda ressaltou que, quando advogava, foi contrário a modificar o ECA, mas salientou que os legisladores eleitorais não fazem uma reflexão mais evoluída sobre o referido Estatuto.

Já o deputado Danniel Oliveira (PMDB) lembrou que uma audiência pública irá ocorrer até o dia 15 de maio, com todos os senadores envolvidos com o tema da maioridade penal, na Assembleia Legislativa do Ceará. Ele chegou a dizer ser desnecessária a votação dos requerimentos, mas votou favorável. Já Eliane Novais (PSB) se disse contrária à redução e solicitou votação nominal do requerimento.

Homem é executado e dois são feridos na saída do Fórum Clóvis Beviláqua

Um homem foi morto e outros 2 ficaram feridos na saída do Fórum Clóvis Beviláqua, na tarde desta sexta-feira (19). Os alvos eram 2 homens que entraram em um táxi após sair de uma audiência. Francileudo Ferreira Lima, 26 anos, foi atingido por cerca de 10 tiros, dos 20 disparados contra o veículo e faleceu na hora.
Um dos passageiros faleceu no local. Foto: Wilber Augusto
Após depoimento, os 2 homens pegaram o táxi na saída do Fórum. O carro foi interceptado por um Voyage preto ao parar no semáforo da Rua Doutor Carlos Ribeiro Pamplona com a Avenida Washigton Soares. O veículo fechou a passagem e dois homens desceram disparando contra o táxi.
No momento, um policial que estava no Fórum percebeu a movimentação e chegou para tentar inibir a ação dos passageiros do Voyage. Houve tiroteio, mas os autores dos disparos fugiram logo em seguida. Na fuga, eles deixaram cair uma pistola ponto 40, segundo informações do Ronda do Quarteirão.

De acordo com o delegado Fábio Torres, da Divisão de Homicídios, haviam pelo menos três homens no veículo. "Ainda não sabemos se tinham mais  homens. Dois atiraram e o terceiro ficou no carro", detalha.
A vítima que estava no banco da frente do táxi morreu na hora e o outro homem, que estava no banco de trás, foi baleado no tórax e encaminhado ao hospital. O taxista foi atingido por um tiro de raspão no braço e passa bem.

Festinha no quartel: Bombeiro faz sexo a três dentro do quartel

Rio – Dois bombeiros transformaram o 4º Grupamento da corporação, na Posse, Nova Iguaçu, na Casa da Mãe Joana. Conhecido como o “dotadão”, um cabo levou um casal, que tinha fetiche sexual de transar dentro de uma unidade militar, para o quartel às 23h do dia 22 de junho, uma sexta-feira, do ano passado .
O bombeirão desinibido conheceu a dupla em sala de bate-papo na internet. Sem a menor cerimônia, transou com o casal em uma viatura e ainda tirou fotos eróticas até em uma escada magirus.
As imagens foram postadas na internet. Aí o negócio ficou feio. Além do cabo, um sargento, que permitiu o rala e rola, foi identificado.
Bombeirão desinibido


O cabo e o sargento que deixou tudo correr solto estão encrencados. Foram denunciados à Auditoria de Justiça Militar pelo promotor Paulo Roberto Mello Cunha pelo crime de praticar, ou permitir que com ele se pratique ato libidinoso, homossexual ou não, em lugar sujeito a administração militar. Pena de 6 meses a 1 ano de detenção.

Com base na Lei de Segurança Nacional, 7 são denunciados por greve da PM na BA

O MPF (Ministério Público Federal), na Bahia, denunciou com base na Lei de Segurança Nacional sete pessoas, sendo dois vereadores, três policiais militares, um advogado e um bombeiro pela greve da Polícia Militar do Estado, entre 31 de janeiro e 11 de fevereiro de 2012.
Para o MPF, os sete denunciados praticaram atos de “lesar e expor a perigo o Estado Democrático de Direito com articulação nacional e nítida motivação política. Aterrorizar a população baiana, ordenando e executando a prática de uma série de crimes previstos na lei 7.170/1983, a chamada Lei de Segurança Nacional”.
Na denúncia, assinada em 8 de abril e divulgada ontem, os procuradores da República André Luiz Batista Neves, Melina Castro Montoya Flores e Pablo Coutinho Barreto apontam os sete denunciados como líderes do movimento e responsáveis por “tentar impedir com violência o livre exercício dos poderes da União”, além de práticas de sabotagem e danos às atividades do serviço público.
Segundo o MPF, o grupo ocupou a Assembleia Legislativa da Bahia, como também, depredou carros da PM local para impedir que o policiamento fosse para as ruas. Os procuradores dizem que a ideia do grupo era “alavancar o capital eleitoral dos próprios denunciados com vistas às futuras eleições”. Após o movimento, os policiais militares Marco Prisco e Jeovás Nascimento dos Santos se elegeram vereadores em Salvador e Jequié, respectivamente.
“Esse episódio leva a pensar muita coisa e nos mostra que há um momento de reflexão. Não me recordo da utilização da Lei de Segurança Nacional em outros casos após a Constituição de 1988. Na verdade, a lei está vigente já que desde a constituição não foi feita nenhuma outra que trate da segurança do Estado. Na reformulação do Código Penal havia a proposta de revogação da lei mas não houve nenhuma nova para substituí-la. O pedido do MPF abre um precedente”, analisou o subprocurador-geral da Justiça Militar, Carlos Frederico de Oliveira Pereira.
Ainda foram denunciados os policiais militares Josafá Ramos dos Santos, Gilvan Souza Santana e Jeane Batista de Sousa, além do bombeiro Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, expulso do Corpo de Bombeiros do Rio por atuar na greve da categoria no estado em 2011 e o advogado David Salomão dos Santos Lima.
Os procuradores ainda pedem uma indenização hoje calculada em pouco mais de R$ 14 milhões pelos danos que teriam sido causados pelo movimento.
Na Bahia, o vereador Marco Prisco disse ao jornal “A Tarde” que até esta quarta não havia recebido nenhum comunicado oficial sobre as denúncias e que estava tranquilo. “Trata-se de uma manobra do governo petista para desgastar a minha imagem política”, diz o vereador.
Os outros denunciados na ação não foram encontrados pela reportagem para comentarem o caso. Há dois meses, em entrevista à Folha, Benevenuto Daciolo disse que “comunicou (na época) à sua chefia no Rio de que iria à Bahia ajudar, de forma rápida e pacífica, na solução do movimento”.
FONTE: O MPF (Ministério Público Federal), na Bahia, denunciou com base na Lei de Segurança Nacional sete pessoas, sendo dois vereadores, três policiais militares, um advogado e um bombeiro pela greve da Polícia Militar do Estado, entre 31 de janeiro e 11 de fevereiro de 2012.
Para o MPF, os sete denunciados praticaram atos de “lesar e expor a perigo o Estado Democrático de Direito com articulação nacional e nítida motivação política. Aterrorizar a população baiana, ordenando e executando a prática de uma série de crimes previstos na lei 7.170/1983, a chamada Lei de Segurança Nacional”.
Na denúncia, assinada em 8 de abril e divulgada ontem, os procuradores da República André Luiz Batista Neves, Melina Castro Montoya Flores e Pablo Coutinho Barreto apontam os sete denunciados como líderes do movimento e responsáveis por “tentar impedir com violência o livre exercício dos poderes da União”, além de práticas de sabotagem e danos às atividades do serviço público.
Segundo o MPF, o grupo ocupou a Assembleia Legislativa da Bahia, como também, depredou carros da PM local para impedir que o policiamento fosse para as ruas. Os procuradores dizem que a ideia do grupo era “alavancar o capital eleitoral dos próprios denunciados com vistas às futuras eleições”. Após o movimento, os policiais militares Marco Prisco e Jeovás Nascimento dos Santos se elegeram vereadores em Salvador e Jequié, respectivamente.
“Esse episódio leva a pensar muita coisa e nos mostra que há um momento de reflexão. Não me recordo da utilização da Lei de Segurança Nacional em outros casos após a Constituição de 1988. Na verdade, a lei está vigente já que desde a constituição não foi feita nenhuma outra que trate da segurança do Estado. Na reformulação do Código Penal havia a proposta de revogação da lei mas não houve nenhuma nova para substituí-la. O pedido do MPF abre um precedente”, analisou o subprocurador-geral da Justiça Militar, Carlos Frederico de Oliveira Pereira.
Ainda foram denunciados os policiais militares Josafá Ramos dos Santos, Gilvan Souza Santana e Jeane Batista de Sousa, além do bombeiro Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, expulso do Corpo de Bombeiros do Rio por atuar na greve da categoria no estado em 2011 e o advogado David Salomão dos Santos Lima.
Os procuradores ainda pedem uma indenização hoje calculada em pouco mais de R$ 14 milhões pelos danos que teriam sido causados pelo movimento.
Na Bahia, o vereador Marco Prisco disse ao jornal “A Tarde” que até esta quarta não havia recebido nenhum comunicado oficial sobre as denúncias e que estava tranquilo. “Trata-se de uma manobra do governo petista para desgastar a minha imagem política”, diz o vereador.
Os outros denunciados na ação não foram encontrados pela reportagem para comentarem o caso. Há dois meses, em entrevista à Folha, Benevenuto Daciolo disse que “comunicou (na época) à sua chefia no Rio de que iria à Bahia ajudar, de forma rápida e pacífica, na solução do movimento”.
O MPF (Ministério Público Federal), na Bahia, denunciou com base na Lei de Segurança Nacional sete pessoas, sendo dois vereadores, três policiais militares, um advogado e um bombeiro pela greve da Polícia Militar do Estado, entre 31 de janeiro e 11 de fevereiro de 2012.
Para o MPF, os sete denunciados praticaram atos de “lesar e expor a perigo o Estado Democrático de Direito com articulação nacional e nítida motivação política. Aterrorizar a população baiana, ordenando e executando a prática de uma série de crimes previstos na lei 7.170/1983, a chamada Lei de Segurança Nacional”.
Na denúncia, assinada em 8 de abril e divulgada ontem, os procuradores da República André Luiz Batista Neves, Melina Castro Montoya Flores e Pablo Coutinho Barreto apontam os sete denunciados como líderes do movimento e responsáveis por “tentar impedir com violência o livre exercício dos poderes da União”, além de práticas de sabotagem e danos às atividades do serviço público.
Segundo o MPF, o grupo ocupou a Assembleia Legislativa da Bahia, como também, depredou carros da PM local para impedir que o policiamento fosse para as ruas. Os procuradores dizem que a ideia do grupo era “alavancar o capital eleitoral dos próprios denunciados com vistas às futuras eleições”. Após o movimento, os policiais militares Marco Prisco e Jeovás Nascimento dos Santos se elegeram vereadores em Salvador e Jequié, respectivamente.
“Esse episódio leva a pensar muita coisa e nos mostra que há um momento de reflexão. Não me recordo da utilização da Lei de Segurança Nacional em outros casos após a Constituição de 1988. Na verdade, a lei está vigente já que desde a constituição não foi feita nenhuma outra que trate da segurança do Estado. Na reformulação do Código Penal havia a proposta de revogação da lei mas não houve nenhuma nova para substituí-la. O pedido do MPF abre um precedente”, analisou o subprocurador-geral da Justiça Militar, Carlos Frederico de Oliveira Pereira.
Ainda foram denunciados os policiais militares Josafá Ramos dos Santos, Gilvan Souza Santana e Jeane Batista de Sousa, além do bombeiro Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, expulso do Corpo de Bombeiros do Rio por atuar na greve da categoria no estado em 2011 e o advogado David Salomão dos Santos Lima.
Os procuradores ainda pedem uma indenização hoje calculada em pouco mais de R$ 14 milhões pelos danos que teriam sido causados pelo movimento.
Na Bahia, o vereador Marco Prisco disse ao jornal “A Tarde” que até esta quarta não havia recebido nenhum comunicado oficial sobre as denúncias e que estava tranquilo. “Trata-se de uma manobra do governo petista para desgastar a minha imagem política”, diz o vereador.
Os outros denunciados na ação não foram encontrados pela reportagem para comentarem o caso. Há dois meses, em entrevista à Folha, Benevenuto Daciolo disse que “comunicou (na época) à sua chefia no Rio de que iria à Bahia ajudar, de forma rápida e pacífica, na solução do movimento”.
O MPF (Ministério Público Federal), na Bahia, denunciou com base na Lei de Segurança Nacional sete pessoas, sendo dois vereadores, três policiais militares, um advogado e um bombeiro pela greve da Polícia Militar do Estado, entre 31 de janeiro e 11 de fevereiro de 2012.
Para o MPF, os sete denunciados praticaram atos de “lesar e expor a perigo o Estado Democrático de Direito com articulação nacional e nítida motivação política. Aterrorizar a população baiana, ordenando e executando a prática de uma série de crimes previstos na lei 7.170/1983, a chamada Lei de Segurança Nacional”.
Na denúncia, assinada em 8 de abril e divulgada ontem, os procuradores da República André Luiz Batista Neves, Melina Castro Montoya Flores e Pablo Coutinho Barreto apontam os sete denunciados como líderes do movimento e responsáveis por “tentar impedir com violência o livre exercício dos poderes da União”, além de práticas de sabotagem e danos às atividades do serviço público.
Segundo o MPF, o grupo ocupou a Assembleia Legislativa da Bahia, como também, depredou carros da PM local para impedir que o policiamento fosse para as ruas. Os procuradores dizem que a ideia do grupo era “alavancar o capital eleitoral dos próprios denunciados com vistas às futuras eleições”. Após o movimento, os policiais militares Marco Prisco e Jeovás Nascimento dos Santos se elegeram vereadores em Salvador e Jequié, respectivamente.
“Esse episódio leva a pensar muita coisa e nos mostra que há um momento de reflexão. Não me recordo da utilização da Lei de Segurança Nacional em outros casos após a Constituição de 1988. Na verdade, a lei está vigente já que desde a constituição não foi feita nenhuma outra que trate da segurança do Estado. Na reformulação do Código Penal havia a proposta de revogação da lei mas não houve nenhuma nova para substituí-la. O pedido do MPF abre um precedente”, analisou o subprocurador-geral da Justiça Militar, Carlos Frederico de Oliveira Pereira.
Ainda foram denunciados os policiais militares Josafá Ramos dos Santos, Gilvan Souza Santana e Jeane Batista de Sousa, além do bombeiro Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, expulso do Corpo de Bombeiros do Rio por atuar na greve da categoria no estado em 2011 e o advogado David Salomão dos Santos Lima.
Os procuradores ainda pedem uma indenização hoje calculada em pouco mais de R$ 14 milhões pelos danos que teriam sido causados pelo movimento.
Na Bahia, o vereador Marco Prisco disse ao jornal “A Tarde” que até esta quarta não havia recebido nenhum comunicado oficial sobre as denúncias e que estava tranquilo. “Trata-se de uma manobra do governo petista para desgastar a minha imagem política”, diz o vereador.
Os outros denunciados na ação não foram encontrados pela reportagem para comentarem o caso. Há dois meses, em entrevista à Folha, Benevenuto Daciolo disse que “comunicou (na época) à sua chefia no Rio de que iria à Bahia ajudar, de forma rápida e pacífica, na solução do movimento”.

terça-feira, 19 de junho de 2012

APROSPEC



É com muita felicidade que informo aos nossos associados, que em breve a Aprospec inaugurará um CENTRO DE SAÚDE, nossa grande Guerreira Ana Paula Brandão, estará em breve assumindo a montagem do CORPO MÉDICO e O SETOR DE ENFERMAGEM, ja informamos que JA ESTAMOS com DOIS MÉDICOS PRONTOS PARA COMEÇAR, um CLINICO GERAL E UM OTORRINOLARINGOLOGISTA!


Teremos também exames Ginecológicos e em breve UM PSICÓLOGO E UM PEDIATRA!


FILIE-SE E FORTALEÇA A ENTIDADE QUE SÓ PENSA EM VCS!

fonte: mensagem do Gustavo Simplício (presidente interino da aprospec)

Assustado com violência, volante pede dispensa do Bahia

19/06/2012

Contratado há menos de um mês, o volante Val pediu dispensa do Bahia nesta terça-feira ao alegar que não se sente seguro em morar em Salvador depois que um vizinho seu foi morto na Praia do Flamengo. O contrato foi rescindido pela manhã.
Divulgação/EC Bahia
O volante Val durante uma entrevista coletiva no Bahia
O volante Val durante uma entrevista coletiva no Bahia
De acordo com a assessoria de imprensa do clube, Val ficou assustado quando chegou em sua casa, após a partida contra o Sport, no domingo, e foi interrogado por policiais sobre o ocorrido.
A família do jogador estava com mudança programada para Salvador, mas desistiu da viagem, o que pesou ainda mais na decisão do atleta de deixar a cidade.
Val, que jogou o Campeonato Paulista pelo Mogi Mirim, não chegou a jogar uma partida sequer pelo clube baiano. Esteve no banco de reservas em apenas duas ocasiões: contra Vasco e Sport.
O volante tinha contrato com o Bahia até o fim do ano. A expectativa era a de que o jogador voltasse para o Mogi Mirim, mas a assessoria do clube paulista desmentiu e disse que não há nenhum acordo para o seu retorno.
A reportagem da Folha tentou entrar em contato com o jogador, mas não obteve sucesso.

FONTE: http://folha.com/no1107028

Filha de ex-deputado sofre sequestro relâmpago

19/06/12

A filha do ex-deputado federal  Marcelo Teixeira (PMDB), foi vítima de sequestro relâmpago por volta das 20h desta sexta-feira, no bairro Aldeota, em Fortaleza. Ela teve o veículo tomado de assalto e foi feita refém por três homens na rua Tibúrcio Cavalcante. A Polícia foi acionada e passou a ocorrência para outras viaturas.
 
O carro da vítima, uma Tucson preta, foi  identificada em direção ao Caça e Pesca  e foi interceptada por uma viatura do Comando de Policiamento Turístico (BPTur). Os policiais conseguiram prender dois menores, de 16 e 17 anos, e  Geociano Nascimento Soares, 20, que já responde por homicídio, porte ilegal de arma e disparos em via pública.
 
A vítima foi encontrada no banco de trás do carro, sob a ameaça de punhais em poder dos adolescentes. O caso foi registrado no 2º Distrito Policial e os menores foram conduzidos à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA).
 
FONTE: http://bit.ly/LCEh7V